28/08 · 12h00–13h0060 min de oficinaresumo em 13 min
Marca pessoal imobiliária assistida por IA
A inteligência artificial apresentada como potencializador, e não como substituto: da bio do Instagram ao plano de 30 dias, com prompts prontos no telão e uma pesquisa em que a internet lidera a captação e a maioria admite não gravar vídeo.
68%apontaram a internet como a melhor forma de captar clientes, entre as opções apresentadas na pesquisa exibida na sessãoPesquisa com corretores de imóveis aplicada por formulário on-line, apresentada na oficina
89%responderam que não gravam vídeos para as redes sociais, na mesma pesquisaPesquisa com corretores de imóveis aplicada por formulário on-line, apresentada na oficina
3%dos clientes que procuram um imóvel chegam prontos para comprar; os outros 97 seguem como oportunidade a ser acompanhadaMédia de conversão apresentada na oficina
150caracteres é o teto da bio do Instagram — e o prompt exibido pediu 149, um a menos, para deixar margemLimite de caracteres da bio citado na sessão
O essencial
A ferramenta potencializa, não constrói
A tese repetida nas duas edições: a inteligência artificial não constrói a marca de ninguém e não faz o trabalho pelo corretor — ela potencializa quem a pessoa já é. Antes de qualquer prompt vem a reflexão sobre quem se é no mercado, qual é o público e que tipo de imóvel se trabalha.
Antes de vender, ser encontrado
O primeiro passo apresentado é a bio do Instagram dizendo quem é, o que faz, que imóvel vende e para quem, dentro do limite de caracteres — porque é por essas palavras que o perfil é localizado no Google e, cada vez mais, dentro da própria ferramenta de IA.
O prompt em três passos
Comportamento da ferramenta, informações sobre você e, por último, o que ela não deve fazer somado ao que se espera receber. Foi dito que descrever o que a ferramenta não pode fazer pesa mais do que listar o que ela pode.
Todo mundo sabe, quase ninguém faz
A pesquisa levada ao palco mostrou internet e redes sociais no topo da captação e, na mesma amostra, a maioria declarando que não grava vídeo — por não gostar, faltar ideia, vergonha, medo ou não saber editar.
O concorrente como fonte de pauta
O que os concorrentes fazem igual provavelmente funciona e pode ser replicado; o que ninguém explora é a brecha para marca própria. A imagem usada foi a de não inventar a roda: quem resolve criar uma roda quadrada muito provavelmente não vende.
Vídeo sem produção e sem aparecer
Gravar a visita com o celular na altura dos olhos, sem fala, e transformar o material em cortes curtos com a opção de modelos do editor — formatos em que o corretor não precisa aparecer na frente da câmera.
Contexto
Oficina solo apresentada duas vezes na Sala 1 do Bloco D em 28/08 — às 12h00 e às 16h00 —, com o mesmo roteiro nas duas edições: uma pesquisa com corretores no início, prompts exibidos no telão para a plateia fotografar, tarefa de casa e a apresentação completa prometida por mensagem automática no Instagram a quem comentasse a palavra CIMI na primeira foto do perfil. A abertura da edição do meio-dia trouxe uma correção de viva voz sobre a programação: o nome impresso na grade é a versão curta da chamada, e o título anunciado do palco foi o de como a inteligência artificial pode potencializar a marca do corretor e fazê-lo vender mais. Houve ainda dinâmica com a plateia nas duas sessões e perguntas individuais depois do encerramento da edição da tarde.
A sessão em detalhe
Abertura
A frase de 1970 e o que a ferramenta não faz
As duas edições abriram do mesmo jeito: com a frase atribuída na fala ao escritor Alvin Toffler e datada de 1970 — os analfabetos do século XXI não são os que não sabem ler e escrever, mas os incapazes de aprender, desaprender e aprender de novo. A leitura feita dela foi de atualidade: o que se aprende de manhã já aparece à tarde numa versão descrita como dez, vinte, trinta vezes melhor, enquanto boa parte do mercado ainda não usa o que foi lançado há dois anos.
Daí a premissa que organizou a oficina e voltou várias vezes ao microfone: a inteligência artificial não constrói a marca de ninguém, ela potencializa quem a pessoa já é; não vai fazer o trabalho pelo corretor nem entregar o cliente pronto pedindo onde assina. Por isso o roteiro começou por perguntas de autoconhecimento profissional — quem sou eu no mercado, qual é o meu público, quantos clientes preciso prospectar para uma venda, que tipo de imóvel eu trabalho, se eu frequento o bairro em que vendo — com a afirmação de que o atendimento é a marca pessoal do corretor.
A dinâmica com a plateia fez o mesmo ponto sem slide: uma oportunidade colocada na mão — um lead novo, uma visita marcada, um cliente que aparentemente não tem capacidade de compra — é algo que pode e deve ser multiplicado, inclusive como treino de atendimento e de leitura das entrelinhas. O número que sustentou a ideia: a cada cem clientes que chegam procurando um imóvel, apenas 3% estão prontos para comprar; os outros 97 voltam em algum momento, desde que alguém caminhe com eles pela jornada.
O enquadramento da profissão veio junto: o setor vende o produto mais caro da prateleira, e venda foi definida como acompanhamento, transação e resiliência. A trajetória apresentada incluiu a primeira palestra criada há mais de uma década, batizada de "venda não é mágica, venda é técnica" — a mágica aprendida na dupla de palhaço entre os 7 e os 15 anos —, mais de 150 lançamentos imobiliários e mais de R$ 5 bilhões em VGV vendidos, além do hábito relatado de manter o CRECI ativo e voltar a se cadastrar como corretor em imobiliárias duas vezes por ano para testar atendimento por WhatsApp e por telefone; o último desses testes, de dois meses, terminou com duas vendas, uma de terceiro e uma de lançamento, tratadas do palco como resultado fora da curva.
Diagnóstico
O que os corretores respondem e o que eles fazem
A base do diagnóstico foi uma pesquisa própria, aplicada por formulário on-line com 1.200 corretores de imóveis e resumida em cinco perguntas no telão. Na primeira — qual a melhor forma de captar clientes, entre internet, ponto, ativo, indicação, disparo de e-mail e de WhatsApp e panfletagem —, 68% ficaram com a internet. Na segunda, sobre qual canal atrai mais clientes dentro da internet, entre site da imobiliária, e-mail, portais, Google e redes sociais, a resposta majoritária foram as redes sociais, com a ressalva feita ali mesmo de que a pesquisa não separou lançamento de imóvel de terceiro e de que, para imóvel de terceiro, o Google costuma ser o caminho mais direto.
A terceira pergunta desmontou as duas primeiras: 89% responderam que não gravam vídeos para as redes sociais. E a quarta explicou por quê — não gosto, faltam ideias, tenho vergonha, tenho medo, não sei editar. A síntese dita foi que todo mundo sabe o que funciona e quase ninguém faz. Medo e falta de técnica foram tratados como problema com solução: existe técnica para gravar e existem formatos em que não é preciso aparecer na frente da câmera.
Também foi citada da tribuna uma pesquisa apresentada como recém-divulgada, indicando queda de engajamento de quase 90% para quem publica vídeos gerados do começo ao fim por inteligência artificial. O limite tirado dali atravessou a oficina inteira: a ferramenta entra como apoio de texto, de edição e de imagem, não como autora do conteúdo.
O outro alerta do diagnóstico foi sobre expectativa de resultado. Postagem no orgânico depende de constância, de tempo e de qualidade, e uma ou duas publicações não geram venda; antes disso, é preciso conferir se o que se posta conversa com o público que se quer atender — quem vende um padrão e se comunica como quem vende outro está falando para a pessoa errada.
Passo 1
Ser encontrado: a bio e a estrutura do prompt
"Antes de vender, você precisa ser encontrado." A primeira peça trabalhada foi a bio do Instagram, descrita como a primeira coisa que o cliente lê ao chegar ao perfil: precisa dizer quem é a pessoa, o que ela faz, que tipo de imóvel vende e para quem, dentro do teto de 150 caracteres. O exemplo repetido nas duas edições foi o de se apresentar como corretor de imóveis especialista no Cambuí, em Campinas, em vez de dizer que vende em toda a cidade — e a bio pode ser trocada conforme o empreendimento, o bairro ou o condomínio do momento. É por essas palavras, foi dito, que o perfil é localizado no Google e também dentro do próprio ChatGPT.
Pedir simplesmente "crie uma bio para mim" foi apresentado como caminho para uma resposta rasa e fora do limite de caracteres, porque a ferramenta não recebeu o que precisava saber. A estrutura oferecida tem três passos: primeiro, dizer como ela deve se comportar — "você é um especialista em posicionamento digital para corretores de imóveis"; segundo, entregar as informações sobre você — nome, cidade e região de atuação, tipo de imóvel, se é lançamento, terceiro ou avulso, público principal e diferencial; terceiro, dizer o que ela não deve fazer e o que se espera receber. A observação feita sobre esse último passo veio de uma sociedade anterior em empresa de tecnologia, de antes das ferramentas generativas: é mais importante falar o que ela não pode fazer do que o que ela pode.
O prompt exibido pedia três opções de bio, cada uma com no máximo 149 caracteres — um a menos que o teto, para deixar margem, incluindo pontuação —, deixando claro quem é a pessoa, onde atua e como pode ajudar, destacando o diferencial, evitando frases genéricas, sem inventar informação, em linguagem direta, profissional e fácil de entender, terminando com uma chamada para ação e indicando ao final qual das três é a mais estratégica e por quê.
No meio do passo a passo entrou a pergunta que travou a sala: qual é o seu diferencial como corretor de imóveis? "Atendo com excelência", "tenho tantos anos de mercado" e "sou especialista no bairro X" foram tratados como resposta de todo mundo — a palavra especialista foi descrita como deturpada, de tão usada. O caminho sugerido foi olhar para os últimos atendimentos e identificar o que foi dito que fez aquele cliente confiar. A situação usada como espelho foi a de um cliente que acompanha uma apresentação inteira e, ao final, diz que ainda não entendeu qual é o diferencial de quem apresentou.
Passo 2
Analisar concorrentes e montar 30 dias de conteúdo
O segundo prompt coloca a ferramenta no papel de estrategista de marketing digital especializado no mercado imobiliário. O corretor informa o próprio posicionamento — o que vende, em que faixa de preço, em que cidade — e os perfis dos três ou quatro concorrentes que mais se destacam na praça, inclusive colegas da própria imobiliária. O pedido: como cada um se posiciona, para quem fala, que tipos de conteúdo publica, que formatos usa, que temas parecem gerar mais engajamento, quais são os principais diferenciais e o que está deixando de explorar.
As duas leituras dessa saída foram apresentadas como igualmente úteis. O que todos fazem igual muito provavelmente está funcionando, e replicar faz sentido — a imagem usada foi a de não inventar a roda, porque quem resolve criar uma roda quadrada muito provavelmente não vai conseguir vendê-la. O que ninguém está explorando é a brecha, e foi chamado do palco de a parte mais espetacular da resposta: pode ser que o concorrente não queira aquilo, ou pode ser exatamente o espaço para construir marca própria e relevante.
Com bio pronta e concorrência mapeada, o terceiro prompt monta um plano de conteúdo de 30 dias distribuído entre reels, vídeos, carrosséis e posts no feed, informando para cada peça o tema, o formato, o objetivo, a ideia principal e a chamada para ação. A regra sobre o que publicar veio antes do plano: definir o público, porque a linguagem muda conforme a faixa de renda de quem compra, e entender que o conteúdo que gera autoridade é o de educador, não o de propagandista — explicar o que é renda familiar, explicar como funciona o crédito, em vez de publicar imóvel a torto e a direito. A postagem, foi dito, não precisa ser bonita; precisa gerar venda.
Sobre o uso da resposta, a recomendação foi não pegar a primeira saída e sair aplicando: ler, discordar, retrucar, acrescentar o que se vive no mercado e ir conversando até a resposta incorporar as características de quem perguntou. A responsabilidade pela conferência foi colocada em quem usa, nunca na ferramenta.
A chamada para ação fechou o bloco e saiu das redes para o atendimento. A comunicação precisa ser bidirecional, uma via de mão dupla: fala-se do produto e devolve-se uma pergunta que obrigue o cliente a responder — a segurança reforçada e o cadastro na portaria antecipados antes da visita, seguidos de "segurança é importante para você e para a tua família?"; a maquete com apartamentos de uma e de duas vagas, seguida de "quantas vagas o senhor precisa?"; o playground dividido por faixas de idade, que revela se há filhos. O contraexemplo dado foi a sequência de perguntas diretas sobre renda e família, que ninguém responde, e o copiar e colar disparado no WhatsApp para todo lead que chega. A antecipação da segurança foi justificada pela pirâmide de Maslow, em que a segurança aparece logo depois das necessidades fisiológicas.
Passo 3
Vídeo sem produção, carrossel e o anúncio dentro da IA
A parte prática começou pelos formatos que dispensam aparecer. Gravar a visita ao imóvel com o celular na altura dos olhos, ou com um tripé rodando, sem fala e sem produção, e guardar o material; depois, usar a opção de modelos do CapCut, em que o vídeo é encaixado em quadradinhos prontos e sai editado com música, sem que o corretor precise ser editor. Um vídeo de três a cinco minutos vira vários cortes de 15 a 40 segundos, programados ao longo do dia — um às dez da manhã, um ao meio-dia, um às duas e um às quatro da tarde. Na frente, uma frase de impacto de três ou quatro segundos; por cima, quando for o caso, o formato narrado, com o texto pedido à ferramenta e a narração aplicada no próprio editor.
Outros formatos citados: o que foi chamado do palco de vídeo da mãozinha, em que só a mão do corretor aparece apresentando os ambientes, usado por um corretor de São Paulo mesmo depois de passar a produzir peças mais elaboradas; tela dividida; e o de contar uma história. O recado foi encontrar o próprio formato — o exemplo dado foi o de uma corretora cujas visualizações só deslancharam quando ela encontrou o formato de que gosta e passou a produzir em quantidade. E a lembrança de que o descritivo e a legenda precisam trazer as palavras pelas quais alguém procura aquele imóvel, porque muitas vezes o cliente não lê o texto inteiro.
Para quem está começando e trava na frente da câmera, o primeiro passo sugerido foi o carrossel. Na versão gratuita, a ferramenta permite enviar três imagens por dia: com as três melhores fotos do imóvel e um prompt que define formato, estilo e as cores da imobiliária, sai um carrossel com identidade visual constante — e o ponto é o branding, o cliente reconhecer de quem é a peça só pelas características visuais que se repetem. Foi mencionado que a versão paga amplia os limites de resposta e de geração de imagem, e que passar do limite degrada o resultado.
A última parte foi apresentada como a quinta era da tecnologia, a da inteligência artificial, e chegou nos anúncios. Além do gerenciador da Meta, que anuncia no Instagram e no Facebook, e do Google Ads, a novidade levada à sala foi o sistema de anúncios dentro do ChatGPT, apresentado como liberado havia duas semanas: a campanha aparece logo abaixo da resposta da pesquisa, inclusive para quem usa a versão paga, e o formato foi descrito como parecido com o do gerenciador da Meta. A sugestão foi entrar cedo e barato, com R$ 10 por dia que seja, porque a tendência apontada é a busca por imóvel migrar para a inteligência artificial — o cliente perguntando por formato, número de dormitórios ou pelos documentos necessários e vendo, ali embaixo, o anúncio de uma imobiliária ou de um corretor.
O caso usado para mostrar o uso profissional dessa busca foi o de um cliente que pediu estudo de viabilidade para lançar 22 salas em um endereço de escritórios em Alphaville: a consulta pediu todos os imóveis em oferta para locação naquela localização e devolveu mais de 65 endereços; a checagem seguinte apontou 35 ainda disponíveis, com o restante já alugado. O fecho das duas edições ficou com o convite para seguir o perfil e comentar a palavra CIMI na primeira foto, o que dispara automaticamente o envio da apresentação com todos os prompts.
O que ficou
Assentado
A inteligência artificial foi posicionada como potencializador do que o corretor já é e já faz: ela não constrói a marca, não gera o cliente pronto e não assume a responsabilidade pela conferência da informação.
Ser encontrado vem antes de vender, e a bio do Instagram é a primeira peça: quem é, o que faz, que imóvel vende e para quem, dentro dos 150 caracteres, com as palavras pelas quais o cliente procura.
O prompt tem três passos — comportamento, informações e restrições mais entrega esperada —, e dizer o que a ferramenta não deve fazer foi apresentado como mais importante do que listar o que ela deve.
Conteúdo de autoridade é o de educador, não o de propagandista; e a postagem não precisa ser bonita, precisa gerar venda.
Prompts, apresentação e passo a passo de edição ficaram prometidos por mensagem automática no Instagram, acionada pelo comentário da palavra CIMI na primeira foto do perfil.
Em aberto
A entrada dos anúncios dentro do ChatGPT foi apresentada como movimento de duas semanas: o efeito sobre a busca de imóveis e sobre o custo de aparecer ali fica para ser observado por quem entrar agora.
A pesquisa citada da tribuna sobre queda de engajamento em vídeos inteiramente gerados por inteligência artificial ficou como alerta a acompanhar por quem já produz nesse formato.
Qual formato de vídeo funciona para cada corretor foi deixado como teste individual — a orientação foi replicar o que a concorrência faz igual e explorar o que ela não faz.
A tarefa deixada à plateia — rodar o prompt da bio, preencher com as próprias informações e testar qual das três opções funciona — depende de execução depois do congresso.
Termos citados
Bio do Instagram
A linha de apresentação do perfil, descrita como a primeira coisa que o cliente lê: precisa dizer quem é a pessoa, o que ela faz, que tipo de imóvel vende e para quem, em no máximo 150 caracteres, e pode ser trocada conforme o produto do momento.
Primeiro passo da oficina, nas duas edições.
Prompt
O pedido feito à inteligência artificial. Foi simplificado em três passos: como ela deve se comportar, as informações sobre quem pergunta e, por último, o que ela não deve fazer somado ao que se espera receber de volta.
Estrutura repetida nos prompts exibidos no telão.
Comunicação bidirecional
Via de mão dupla no atendimento: falar de uma característica do produto e devolver uma pergunta que obrigue o cliente a responder, em vez de emendar perguntas diretas sobre renda e família ou disparar texto copiado.
Bloco de chamada para ação, aplicado ao plantão, ao telefone e ao WhatsApp.
Vídeo da mãozinha
Nome dado na fala ao formato em que apenas a mão do corretor aparece apresentando os ambientes do imóvel, sem edição e sem o corretor na frente da câmera.
Lista de formatos para quem trava diante da câmera.
Quinta era da tecnologia
Como a sessão nomeou o momento atual, o da inteligência artificial, em que a busca e os anúncios começam a migrar das plataformas tradicionais para dentro das ferramentas de IA.
Bloco final, sobre anúncios e busca de imóveis.
Marcos citados
Duas semanas antes do congressoLiberação do sistema de anúncios dentro do ChatGPT, apresentada na oficina como novidade para o corretor acompanhar desde já
Até a terça ou quarta seguintePrazo combinado com a plateia para rodar o prompt da bio, preencher com as próprias informações e testar as três opções geradas
Citados na oficinaInstagram·Facebook·Google·Google Ads·Meta Ads·ChatGPT·ChatGPT Ads·CapCut·Google Forms·CRECI·CIMI360·STARTALK·Minha Casa, Minha Vida (programa habitacional)·Alvin Toffler (escritor citado)·Pirâmide de Maslow
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