28/08 · 10h00 · Sala D3Inteligência artificialPerfil comportamentalAtendimento e fidelizaçãoWhatsAppConversão de vendasPreparação de visita
Quem é Diego Diehl
Oficina prática apresentada duas vezes na Sala 3 do Bloco D em 28/08 — às 10h00 e às 14h00 —, construída como uma linha de raciocínio única, recapitulada várias vezes do palco: vender mais passa por fidelizar mais; fidelizar passa por adaptar a abordagem; adaptar exige um método de perfil comportamental; e o método só funciona com pistas tiradas das próprias mensagens do cliente. As duas edições terminaram com a plateia no celular, selecionando conversas de WhatsApp para colar num GPT preparado para a sessão, o Calibrador de Discurso, distribuído por QR Code. A edição da tarde reorganizou o tempo para dar mais espaço à parte prática, que na manhã ficou apertada.
Termos citados
Calibrar o discurso — Calibragem foi definida na fala como escolher o ponto exato e eficiente de conversão — e esse ponto depende de quem recebe a mensagem, não da frase enviada. Calibrar é ajustar a abordagem ao perfil do receptor, como se ajusta a força do aperto de mão.Mapa dos bichos — Metodologia de perfil comportamental atribuída ao IBC, descrita como mistura do DISC com um método de dominância cerebral, organizada em quatro perfis pelo que a pessoa valoriza: tubarão (fazer rápido, ação), lobo (fazer certo, organização), águia (fazer diferente, idealização) e gato (fazer junto, comunicação).Pistas na conversa — Palavras-chave que o cliente usa nas próprias mensagens e que indicam o perfil predominante naquele momento — como "achei bem diferente esse projeto", que aponta para quem valoriza o diferente. Não definem a pessoa, dão a pista do estado em que ela está.Preparação de visita — Processo padrão descrito numa imobiliária: antes de cada visita, rodar a conversa do cliente numa IA treinada para mapear o perfil e planejar a visita, chegando com o gatilho e o que o cliente valoriza já identificados.Sinestésico — Canal de percepção citado ao lado do visual e do auditivo: o cliente que decide pelo sentir, pelo tocar e pela experiência — e que por isso é convidado a sentir a brisa na sacada, em vez de ouvir a descrição da paisagem.